Zoom reforça a segurança

O Zoom não só viu seu número de usuários crescer 2000% em menos de três meses, como também se envolveu em várias questões ligadas a segurança cibernética.

Por conta do chamado “Zoombombing”, no qual hackers invadem as teleconferências para exibir conteúdos impróprios, o software, que já tinha interrompido o lançamento de funções para focar em segurança, está atualizando as suas configurações para a entrada nas salas de reunião e agendamento de reuniões virtuais.

Como todas as reuniões do Zoom são públicas por padrão, os usuários dos planos Free Basico e Single Pro precisam obrigatoriamente utilizar uma “senha” para participarem de reuniões, não sendo mais possível alterar as configurações para o método anterior, evitando assim que não convidados possam entrar na conversa.

Após análise aprofundada, autoridades de Nova Iorque, nos EUA, epicentro da COVID-19, proibiram o uso do Zoom para ensino remoto nas escolas, e pedem que as instituições substituam o Zoom o quanto antes, mesmo com a correção.

No Brasil muitas escolas estão utilizando o Google Class Room como meio de acesso e obtendo sucesso.

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